O Brasil registrou o primeiro foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em criação comercial no município de Montenegro, Rio Grande do Sul, nesta quinta-feira, 15. A confirmação é do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que decretou emergência zoossanitária de 60 dias na localidade.
O Mapa informou que o consumo de carne de aves e ovos não transmite a doença e o risco de infecção em humanos é considerado baixo, principalmente para profissionais com contato direto com aves infectadas. O ministério acionou o Plano Nacional de Contingência para conter e erradicar o foco.
O governo do Acre, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Acre (Idaf), intensificou a vigilância nos últimos anos, mantendo o estado livre da influenza aviária.
Apesar de não haver registro da doença no Acre, o Idaf reforçou ações preventivas, incluindo vigilância em criações comerciais e de subsistência, capacitação de servidores para identificação precoce e resposta rápida, fiscalização em postos fixos, campanhas educativas para produtores, reforço das medidas de biosseguridade em granjas e atualização do plano de contingência.
Everton Arruda, coordenador estadual do Programa de Sanidade Avícola, pede que produtores e a população notifiquem imediatamente qualquer caso suspeito ao Idaf local, evitando contato direto com os animais.
O Serviço Veterinário Oficial do Acre, que realizou treinamento para emergências em Cruzeiro do Sul no ano anterior, afirma estar preparado para atuar na contenção e erradicação de focos, caso a doença seja registrada no estado. Arruda reforça a preparação da equipe e a eficiência do sistema para evitar casos no Acre.
Fonte: Secom – Governo do Estado do Acre



























