📊 Crescimento econômico no Acre confirma avanço da iniciativa privada e reforça ambiente pró-empreendedorismo
Os novos dados divulgados pelo Cadastro Central de Empresas (Cempre), do IBGE, revelam um cenário positivo e consistente para a economia acreana em 2023. Segundo o levantamento, o salário médio mensal pago pelas empresas do estado cresceu 7,5% em termos reais, alcançando R$ 3.453,90 — equivalente a 2,6 salários mínimos.
O avanço ocorre em um ano marcado por um aumento significativo no número de empresas ativas, mais empregos formais e um ambiente de negócios mais favorável, resultado de políticas que reforçam o papel da iniciativa privada na retomada do crescimento.
🏢 Mais empresas, mais empregos: um estado que volta a produzir
O Acre contabilizou em 2023 25.547 empresas e organizações formais, um crescimento de 5,7% em relação ao ano anterior. Trata-se de um avanço expressivo para um estado historicamente afetado por altos custos logísticos, excesso de burocracia e dificuldade para atrair investimentos.
O número de pessoas ocupadas também subiu:
- 751 trabalhadores no total;
- 865 assalariados formais;
- alta de 6,9% nos vínculos empregatícios.
A soma dos salários e remunerações pagos pelas empresas chegou a R$ 7.066.573, mostrando que o crescimento não é apenas estatístico — ele tem impacto direto na renda das famílias e na economia real.
💼 Salário médio competitivo e alinhado ao restante do país
Com 2,6 salários mínimos, o Acre iguala a média da Região Norte e se aproxima da média nacional (2,8 salários mínimos). Para um estado periférico e geograficamente desafiador, isso indica avanços reais na valorização do trabalhador e na formalização das relações de trabalho.
Esse movimento reforça a importância dos dados do IBGE como orientação para políticas públicas e decisões estratégicas de investidores — especialmente aqueles que enxergam no Acre uma nova fronteira de oportunidades.
🌱 Governador Gladson Cameli celebra avanço e reforça papel da iniciativa privada
O governador Gladson Cameli comemorou os números, destacando que o crescimento é consequência direta do fortalecimento da iniciativa privada e de medidas governamentais voltadas à desburocratização.
“O Acre está no caminho certo. Os dados comprovam que o fortalecimento da iniciativa privada, com apoio do Estado, tem gerado resultados concretos. Estamos vendo um desenvolvimento econômico que começa a despontar com mais força.” — disse Cameli.
📝 Desburocratização que funciona
Cameli destacou o papel da Juceac e da Sala do Empreendedor, que simplificaram a abertura de empresas, garantindo mais agilidade e segurança jurídica — um dos pilares essenciais para atrair novos investimentos.
“A Sala do Empreendedor tem sido uma aliada fundamental. Conseguimos agilizar a abertura de empresas e dar mais segurança jurídica aos nossos empreendedores. Isso é essencial para atrair investimentos e gerar empregos.”
Para o governador, o foco agora é construir um estado competitivo, inovador e economicamente sustentável, onde empreender seja possível e viável para todos — do jovem empresário ao produtor rural.
🚀 Ambiente econômico mais livre, Estado mais eficiente
Os dados do IBGE se alinham com um princípio fundamental do conservadorismo econômico: quando o Estado deixa de atrapalhar, a sociedade prospera.
A expansão do número de empresas, o aumento de empregos formais e o crescimento da renda demonstram que o Acre está saindo do ciclo de estagnação e entrando em uma fase de dinamismo econômico — impulsionada pela liberdade de empreender e pelo incentivo ao setor produtivo.
Esse é um indicativo claro de que o caminho para o desenvolvimento passa por:
- Menos burocracia,
- Mais liberdade econômica,
- Segurança jurídica,
- valorização da iniciativa privada como motor da economia.
Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações da Agência de Notícias do Acre






























