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A MÁSCARA CAIU

A insurgência dos que chuparam a laranja e cospem o bagaço

Oportunismo, arrogância e o DNA esquerdista na bancada federal do Progressistas. Deputados que mamaram quase quatro anos querem mais.
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🚨 O cenário político acreano assiste, neste momento, a um espetáculo de incoerência que beira o escárnio. Parlamentares eleitos sob o manto do conservadorismo e na esteira da popularidade do governador Gladson Cameli agora mostram suas verdadeiras faces: a face do autoritarismo, da chantagem política e do mais puro “pirão primeiro“.

O movimento de insurgência protagonizado pelos deputados federais Socorro Neri, José Adriano e Zequinha Barbary contra a cúpula do Progressistas e o Governo do Estado não é um debate de ideias; é uma tentativa antidemocrática de blindar seus próprios mandatos, impedindo que novas e competitivas lideranças surjam. É o medo das urnas disfarçado de estratégia partidária.

  1. O vácuo da direita e o passado vermelho

Não se pode falar em coerência sem olhar para o retrovisor. A deputada Socorro Neri, ex-prefeita pelo PSB (partido da base socialista), é o exemplo vivo de quem navegou no vácuo da direita para garantir um assento em Brasília. Eleita na onda conservadora de 2022, Neri parece nunca ter abandonado os métodos da esquerda: o aparelhamento e a pressão por espaços.

Da mesma forma, José Adriano, que hoje posa de baluarte do desenvolvimento, tem em seu histórico flertes perigosos com o esquerdismo acreano. Já Zequinha Barbary, que surfou na força política de Gladson Cameli em Cruzeiro do Sul, hoje parece esquecer quem lhe estendeu a mão. O que une esse trio? A prática “esquerdistóide” de tentar controlar as regras do jogo para eliminar a concorrência.

  1. Chantagem e elitismo: o distanciamento do povo
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O movimento desses parlamentares para impedir que a federação União Progressista forme chapas competitivas é uma confissão de incapacidade. Se tivessem mandatos efetivos e estivessem sintonizados com o eleitor humilde e simples das colônias e bairros, não temeriam novos candidatos.

A postura é de uma arrogância elitista. Ao ocuparem cargos expressivos, fazerem indicações de peso no governo e fortalecerem suas bases com apoio institucional nos últimos quatro anos, eles agora cospem no prato que comeram. A ameaça de migração para siglas como o MDB não é um reposicionamento ideológico, é oportunismo puro.

  1. O “pirão primeiro” contra a Democracia

A tentativa de impor condições para que o partido não lance nomes fortes é um atentado à democracia. No fundo, esses parlamentares querem o monopólio do poder. Estão praticando a velha tática socialista: usar a estrutura do sistema para se manterem no topo, enquanto asfixiam qualquer renovação.

O governador Gladson Cameli e a vice-governadora Mailza Assis têm trabalhado pela coesão de um projeto iniciado em 2018, focado na liberdade e no progresso. Movimentos de ruptura baseados em interesses pessoais e medo eleitoral apenas fragilizam o Acre perante o cenário nacional.

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É hora da coerência

Se o caminho escolhido por Neri, Adriano e Barbary é a ruptura e o flerte com outras siglas, que o façam com dignidade: entreguem os cargos, abram mão das indicações e saiam da estrutura governamental. Não se pode ser governo para usufruir das benesses e oposição para chantagear o partido.

O eleitor conservador do Acre está atento. Em 2026, não bastará dizer que é “de direita” ou “bolsonarista de cruz na testa“. O povo saberá distinguir quem tem compromisso com o estado de quem tem compromisso apenas com o próprio umbigo. A política do “farinha pouca, meu pirão primeiro” é o último suspiro de quem sabe que o povo já percebeu a manobra. 🛡️🇧🇷

Por Redação Portal Acre Conservador

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