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ENERGIAGoverno renova concessões de distribuidoras por R$130 bi e exclui Enel

O governo federal anunciou a renovação de contratos de 16 distribuidoras de energia em 13 estados, com investimentos previstos de R$ 130 bilhões até 2030. A Enel ficou de fora.

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O governo federal anunciou nesta sexta-feira (8) a renovação antecipada dos contratos de concessão de 16 distribuidoras de energia elétrica que atuam em 13 estados, com investimentos previstos de R$ 130 bilhões até 2030. A Enel, que responde por áreas como São Paulo e Rio de Janeiro, ficou de fora.

O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. “Trata-se da mais expressiva rodada de investimentos na modernização de redes de distribuição de energia da história do Brasil”, afirmou Silveira, destacando a previsão de 100 mil empregos diretos e indiretos.

Os novos contratos seguem regras mais rígidas do Decreto 12.068/2024, que estabelece 17 diretrizes, incluindo a satisfação do consumidor como indicador de desempenho, melhoria contínua da qualidade e metas para recomposição após eventos climáticos. A fiscalização será por bairro, garantindo padrão igual entre áreas ricas e pobres.

Os recursos serão aplicados nos estados do Pará (R$ 12,2 bilhões), Maranhão (R$ 9,2 bilhões), Rio Grande do Norte (R$ 4,1 bilhões), Paraíba (R$ 2,8 bilhões), Pernambuco (R$ 9,8 bilhões), Bahia (R$ 24,8 bilhões), Sergipe (R$ 1,7 bilhão), Espírito Santo (R$ 4 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 10 bilhões), São Paulo (R$ 26,2 bilhões), Mato Grosso (R$ 9,3 bilhões), Mato Grosso do Sul (R$ 4,4 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 9,6 bilhões).

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Entre as empresas beneficiadas estão Light, Equatorial, Neoenergia, CPFL, EDP e Energisa. Elas deverão comprovar anualmente capacidade financeira e operacional, digitalizar redes e proteger dados dos consumidores.

No mesmo evento, Lula assinou a atualização do programa Luz para Todos, ampliando o atendimento para mais de 233 mil novas famílias rurais, permitindo maior uso produtivo de energia.

Fonte: Jovem Pan

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