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MPAC nomeia sala de acolhimento do CAV em homenagem a Moisés Alencastro

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) realizou, nesta terça-feira, 17, a cerimônia que oficializou a denominação da sala de acolhimento do Centro de Atendimento à Vítima (CAV) como Sala Moisés Alencastro, em homenagem ao servidor assassinado em dezembro do ano passado. O ato de denominação foi assinado pelo procurador-geral de Justiça, Oswaldo D’Albuquerque, na data em que Moisés completaria 60 anos.

A cerimônia, que contou com a presença de colegas e amigos de Moisés Alencastro, também foi marcada pela reafirmação do compromisso do MPAC no enfrentamento a crimes de ódio, como aqueles sofridos pelo servidor, cuja trajetória profissional e pessoal se destacou pela defesa da dignidade humana e de grupos minoritários.

Para o procurador-geral de Justiça, o fato de a sala de acolhimento levar o nome do homenageado tem um peso simbólico, especialmente pela natureza do trabalho desenvolvido no espaço. Ele também reforçou o compromisso do MPAC com o combate à intolerância e a defesa de grupos vulneráveis.

“A história de Moisés é marcada pelo acolhimento, pela defesa dos direitos humanos e pelo enfrentamento aos crimes de ódio em nosso estado. Este momento simbólico tem o propósito de manter viva a chama da vida que ele representou. Que possamos, com essa homenagem, fortalecer os valores da tolerância, da dignidade e da vida, preservando a memória daqueles que foram luz para nós – e Moisés foi, sem dúvida, um desses seres de luz”, disse.

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A corregedora-geral, Patrícia de Amorim Rêgo, também falou sobre o simbolismo da iniciativa, ressaltando que a instituição atua para que o caso de Moisés Alencastro seja devidamente conduzido, garantindo justiça em todas as suas dimensões: responsabilização, preservação da memória e prevenção de novos casos.

“Dar à sala de atendimento à vítima o nome de Moisés, que trabalhou conosco, é muito significativo. Para que não toleremos crimes de ódio, é preciso preservar a memória, e a memória de Moisés estará guardada para sempre nesta instituição, nesta sala de acolhimento”, declarou.

A coordenadora do CAV, promotora de Justiça Bianca Bernades, destacou que o espaço que leva o nome de Moisés continuará trabalhando para ser um local de acolhimento humanizado e seguro para vítimas. “A perda de Moisés nos afeta pessoalmente e reforça a necessidade de garantir responsabilização para que isso não aconteça com outras vidas.”

Durante a cerimônia, membros do MPAC, servidores e amigos também se manifestaram, ressaltando a trajetória de Moisés Alencastro. Entre os que se pronunciaram estiveram o assessor de relações institucionais, procurador de Justiça Sammy Barbosa Lopes e a ouvidora-geral, procuradora de Justiça Kátia Rejane, que reforçaram a importância de preservar a memória do servidor e de manter vivo seu legado no atendimento às vítimas e na defesa dos direitos humanos.

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Texto: Hudson Castelo
Fotos: Diego Negreiros
Agência de Notícias do MPAC

Sala de Acolhimento Moises Alencastro

Fonte: Ministério Publico – AC

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