Enquanto setores da esquerda tentam classificar a prisão de Nicolás Maduro como uma “intervenção indevida”, os dados da realidade revelam uma face muito mais sombria: a de um criminoso comum que utilizava a máquina estatal para cometer crimes continuados contra a humanidade. A operação liderada pelos Estados Unidos não visou o povo venezuelano, mas sim a interrupção de um massacre que já dura décadas.
O Prontuário do Horror
A permanência de Maduro no poder significava a continuidade de um projeto de extermínio e miséria. Confira os dados que fundamentam a necessidade de sua captura:
- Massacre Civil: São estimadas mais de 10 mil execuções extrajudiciais e pelo menos 468 assassinatos diretos durante protestos populares.
- Tortura Sistemática: Relatórios da ONU indicam cerca de 36.800 vítimas de violência e tortura nas mãos do regime.
- Cárcere Político: Mais de 18 mil presos políticos foram mantidos em masmorras como o famigerado “El Helicoide”.
- Êxodo Bíblico: Mais de 8 milhões de refugiados (quase um terço da população) fugiram para escapar da fome e da perseguição.
O Mito da Soberania vs. O Crime Organizado
Especialistas em Direito Internacional reforçam que a soberania nacional não é uma “licença para matar”. Maduro é acusado de transformar a Venezuela em um Narcostado, utilizando o território para o tráfico de drogas e armas — crimes que afetam diretamente a segurança dos países vizinhos, incluindo o Brasil.
O colapso econômico é o maior testemunho do fracasso moral do regime: com 90% da população na pobreza e um salário mínimo que chegou à marca irrisória de 1 dólar, a manutenção de Maduro no poder era, por si só, um crime contra a vida de milhões de famílias que foram despedaçadas pela distância e pela fome.
Um Alerta Necessário
A prisão de Maduro é o fechamento de uma ferida aberta na América Latina. Aqueles que defendem o ditador sob o pretexto da soberania ignoram que, se ele permanecesse livre, os crimes de tortura, narcotráfico e assassinato se perpetuariam indefinidamente. A justiça, embora tardia, chegou para mostrar que ditadores não estão acima da lei natural nem da responsabilidade criminal internacional.
Redação | Portal Acre Conservador






























