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Social

Tatame de Oportunidades: PM Acre oferece jiu-jítsu gratuito para jovens em Rio Branco

Projeto social no bairro Taquari une esporte, disciplina e prevenção à criminalidade com apoio de secretarias estaduais.
Escola do bairro Taquari: durante o dia escola; à noite centro de treinamento. Foto: Davi Barbosa/PMAC

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Projeto une esporte, disciplina e prevenção à criminalidade. Foto: Davi Barbosa/PMAC

No bairro Taquari, em Rio Branco, o pátio da Escola João Mariano se transforma em espaço de aprendizado do jiu-jítsu para jovens. Sob a orientação do sargento Randson Fontoura, um projeto social do 2º Batalhão da Polícia Militar do Acre (PMAC) oferece a prática da arte marcial.

A iniciativa conta com o apoio da Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer (Seel) e da Secretaria de Educação e Cultura (SEE), que cedeu o local para os treinos. O projeto busca levar esporte e valores aos participantes, além de incentivar o bom desempenho escolar. A ação visa criar uma ligação entre a comunidade e a segurança pública, oferecendo oportunidades para que os jovens não se envolvam com o crime. Atualmente, cerca de cem alunos, com idade entre 8 e 14 anos, participam do projeto.

O sargento Fontoura, que atua no bairro há aproximadamente um ano, explica seu interesse em desenvolver o trabalho social. “Como sou professor de jiu-jítsu, sempre tive interesse em trabalhar essa parte social. O comandante abraçou essa ideia e conseguimos expandir”, relata.

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Sargento Fontoura quer estender para o bairro Seis de Agosto. Foto: Davi Barbosa/PMAC

Segundo o sargento, o objetivo do projeto é aproximar a polícia da comunidade, mostrando uma atuação que vai além da repressão, focando na formação de cidadãos por meio das artes marciais. “Nossa ideia é justamente ocupar a mente deles para não se envolverem com criminalidade. A comunidade aqui é bastante carente e muitos usam isso aqui como válvula de escape”, afirma Fontoura.

Para participar, os interessados devem estar matriculados em escola pública e apresentar boas notas. A inscrição é feita pela diretora da escola. Fontoura destaca a importância da proximidade com a comunidade. “Acho que o esporte salva vidas. Eu me criei no Seis de Agosto e lá tinha um projeto social de capoeira, onde tinha muitos adolescentes. Se tem algum caso de algum aluno de lá que se envolveu com o crime, desconheço. Sempre encontro esses mesmos jovens trabalhando, concursados. Ou seja, aquelas pessoas carentes conseguiram, através daquele projeto, levar disciplina para a vida”, conclui.

Fonte: Secom – Governo do Estado do Acre

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