Menu

🧱 É DE DAR NOJO!

⚖️ Moraes solta mandante de assassinato e ignorou preso político

🕊️ Enquanto Chiquinho Brazão vai para casa, “Clezão” morreu esquecido por Moraes, mesmo com laudos médicos e parecer favorável da PGR
Dois pesos, duas medidas: Alexandre de Moraes concede ao assassino de Marielle direitos que negou a Clezão. Foto: Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

publicidade

⚖️ Justiça seletiva e o silêncio do Supremo

A soltura do ex-deputado federal Chiquinho Brazão, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, escancarou o que há muito se denuncia: a existência de dois pesos e duas medidas no Supremo Tribunal Federal. A decisão de Alexandre de Moraes, que o colocou em prisão domiciliar sob a justificativa de “risco de morte”, veio em menos de dez dias. Um contraste gritante diante da lentidão fatal no caso de Cleriston Pereira da Cunha, o “Clezão”, preso após os atos de 8 de janeiro, que morreu na cadeia aguardando o mesmo tratamento humano. 😔

🕰️ Agilidade para uns, descaso para outros

Em 2 de abril de 2025, a defesa de Brazão protocolou o pedido de soltura. Nove dias depois, Moraes deferiu o benefício. Já o pedido de prisão domiciliar de Clezão ficou seis meses parado — mesmo com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República. Quando o ministro finalmente se manifestou, o pequeno empresário já havia morrido de mal súbito no presídio da Papuda, onde enfrentava problemas de saúde graves e falta de medicamentos essenciais.

Leia Também:  Valdemar Costa Neto dispensado de depor no STF

💊 O mesmo risco, duas decisões opostas

Os relatórios médicos dos dois casos são praticamente idênticos: risco de mal súbito e necessidade de medicação contínua. No entanto, somente o acusado de mandar matar uma vereadora foi poupado. O mesmo ministro que reconheceu o risco de morte de Brazão ignorou o alerta médico de Clezão — um homem que jamais atentou contra a vida de ninguém, que foi preso por participar de uma manifestação e que, segundo a própria PGR, não integrava nenhuma organização criminosa.

🩸 Clezão, o retrato da seletividade judicial

O comerciante acreano deixou três filhas órfãs e uma pergunta que ecoa: por que o Estado brasileiro se mostra tão ágil para proteger assassinos confessos, mas tão lento para defender cidadãos comuns?

Enquanto a morte de Clezão foi recebida com silêncio institucional, Moraes foi condecorado por Lula com a Medalha do Mérito de Rio Branco, destinada a “serviços meritórios e virtudes cívicas”. Ironia ou provocação?

💄 Batom, algemas e contradição

A disparidade se agrava com o caso de Débora dos Santos, presa por ter pintado com batom a estátua da deusa Têmis, em frente ao STF. Mesmo mãe de filhos pequenos, permaneceu encarcerada por um ano antes da denúncia, contrariando a própria jurisprudência da Corte. Para Moraes, a cabeleireira representava “periculosidade social”. Já o ex-deputado acusado de mandar matar uma vereadora durante intervenção federal recebeu o benefício da dúvida — e da liberdade.

Leia Também:  STF mira Eduardo Bolsonaro e reacende disputa política

🚨 Um Judiciário fora de controle

Os episódios revelam mais do que incoerência: mostram um projeto de poder concentrado, no qual a lei serve aos amigos do sistema e pune com rigor os que ousam questioná-lo. A imparcialidade, pilar da Justiça, cede lugar a uma atuação política e seletiva que ameaça as bases democráticas do país.

📣 Acompanhe o Portal Acre Conservador para continuar informado sobre os fatos que a grande mídia tenta silenciar. Aqui, defendemos a liberdade, a verdade e o Estado de Direito — sem medo de questionar o poder.

Reportagem | Portal Acre Conservador
*Com informações de Danúzio News / Ivanildo Terceiro.

COMENTE ABAIXO:

Compartilhe essa Notícia

publicidade

publicidade